
Crio a cada dia meu castelo encantado. Com um pouco de tempo, ilusões, sonhos e desejos, eu o ergo sem descansar.
Me perco por entre vontades e conceitos que caminham lado a lado. Tento seguir em frente e teno entender os por quês que encontro pelo caminho. Ás vezes tropeço, paro, vou mais devagar, mais rápido.
Metade de mim é coragem, a outra metade é medo e receio. Uma escreve sobre amor e felicidade, a outra escreve sobre a dor e a busca eterna por aquilo que não se sabe o que é. Uma vive a sonhar e a cantar as coisas boas do mundo, a outra chora sem razão e sem por que.
É sempre assim...uma ri, a outra chora. Qual delas ouvir? Qual seguir? A que voa com o vento ou a que se arrasta pelo chão como uma serpente?
Escolhas...escolhas...escolhas que talvez eu nunca consiga ou precise fazer.
Me perco por entre vontades e conceitos que caminham lado a lado. Tento seguir em frente e teno entender os por quês que encontro pelo caminho. Ás vezes tropeço, paro, vou mais devagar, mais rápido.
Metade de mim é coragem, a outra metade é medo e receio. Uma escreve sobre amor e felicidade, a outra escreve sobre a dor e a busca eterna por aquilo que não se sabe o que é. Uma vive a sonhar e a cantar as coisas boas do mundo, a outra chora sem razão e sem por que.
É sempre assim...uma ri, a outra chora. Qual delas ouvir? Qual seguir? A que voa com o vento ou a que se arrasta pelo chão como uma serpente?
Escolhas...escolhas...escolhas que talvez eu nunca consiga ou precise fazer.
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